sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Viver para a Produtividade






"A produtividade não é ser um burro de carga, estar sempre ocupado ou trabalhar a noite toda... Tem tudo a ver com prioridades Planeamento e proteger ferozmente o seu tempo"

Margarita Tartakovsky



Uma acção produtiva transforma vidas.
"Vamos ser produtivos"! 
Não é o que diz a si próprio quando respira fundo e mergulha num desafio ou enfrenta a concorrência.
Estamos sempre a fazer alguma coisa - a trabalhar, brincar, comer, dormir, de pé, sentados, a respirar.
Se estamos vivos, estamos a fazer alguma coisa. Mesmo que não estejamos a fazer nada, isso é alguma coisa. Por cada minuto de cada dia, a questão nunca é se estamos a fazer alguma coisa, mas o que estamos a fazer. Por vezes, o que fazemos não tem importância, mas por vezes tem. E quando isso acontece, o que fazemos define a nossa vida mais do que qualquer outra coisa. No final, ter uma vida de resultados extraordinários resume-se simplesmente a obter o máximo do que faz, quando o que faz é importante.
Viver para a produtividade produz resultados extraordinários.
Sempre que faço uma formação sobre produtividade começo por perguntar: Que tipo de sistema de gestão de tempo utiliza? As respostas são tão variadas quanto o número de pessoas na sala: agenda de papel, agenda electrónica, planeamento semanal... Oiço de tudo. Em seguida, pergunto: "então e como o escolheu?" As razões citadas são de todas as formas, tamanhos, cores, preços e critérios que se possa imaginar. Mas os alunos invariavelmente descrevem o formato, e não a função - o que são, não como funcionam. Então quando digo "isso é óptimo, mas que tipo de sistema usa?, a resposta é sempre a mesma: "o que quer dizer?"
"Bom todos têm a mesma quantidade de tempo e mesmo assim alguns ganham mais do que outros, portanto pergunto: podemos então dizer que é a forma como usamos o nosso tempo que determina o dinheiro que ganhamos? Quase sempre todos concordamos por isso continuo: Se isso é verdade, que o tempo é dinheiro, então a melhor maneira de descrever um sistema de gestão do tempo pode ser apenas pelo dinheiro que faz. (...)
Se o dinheiro é uma metáfora para a produção de resultados, então é claro - o sucesso do sistema de gestão de tempo pode ser avaliado pela produtividade que produz.
As pessoas produtivas fazem mais, conquistam melhores resultados e ganham mais numa hora do que as outras. Isso acontece porque dedicam o máximo do seu tempo a ser produtivas na sua principal prioridade. Bloqueiam tempo para a sua prioridade e protegem fervorosamente esse tempo nas suas agendas. Eles ligam os "pontos" entre trabalhar consistentemente o seu tempo bloqueado e os resultados extraordinários que procuram.

Bloquear tempo na sua agenda é uma forma de ver e usar o tempo muito orientad@ para RESULTADOS.


Reserva a Tua Sessão Gratuita sobre Viver para a Produtividade
https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-viver-com-produtividade-sessao-online-coaching-27171702293

Contactos: 
coachflaviagouveia@gmail.com

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A Essencial do Coaching






“A essência do coaching é ajudar a pessoa a mudar na direção que ela quer, liberar o potencial, superar obstáculos elegantemente, realizar mais do que pode.” Misushi

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Sobre admirar quem amamos


A admiração é um assombro, um encantamento, um espanto!
Na paixão admira-se sem se compreender o porquê.
No amor, admiramos o outro 'apesar de', amamos as qualidades apesar das falhas, os esforços apesar dos erros, a coragem apesar dos medos.
Amamos admirados, de coração emocionado. Amamos perplexos a humanidade do outro, amamos espantados, com olhar de criança e o coração aos pulos. Quando admiramos amamos intensamente.
Estar ao lado de quem admiramos nos dá coragem, nos resgata dos desencantos da vida, do breu das vaidades, nos enche de beleza e força. A admiração é o melhor do outro tocando nosso melhor.
Da admiração nasce o respeito, o desejo de permanência, a vontade de ficar. A admiração é combustível da paixão e base essencial do amor. Por resgatar nossa essência e nossa capacidade de acreditar e querermos ser melhor, a admiração toca a magia, a magia de transformar. Amor assim é alquimia.
Andréa Beheregaray.

Como aumentas a tua Energia?






Gostas de praticar exercício físico com regularidade?
Já praticaste exercício físico e gostavas de voltar à carga?
Vais fazê-lo sozinh@? Vais fazer em grupo? Já fizeste uma pesquisa dos grupos que podes participar?
Qual é o horário que gostavas de fazer?

Para mim a melhor forma de começar o dia é a fazer exercício logo pela fresquinha (6h30/7h da manha).
Os resultados que normalmente tenho são físicos e mentais, os dias que acordo mais cedo e vou correr, normalmente são mais produtivos para além de estar com um nível de energia superior no meu trabalho como coach.

Setembro está a chegar e novos objectivos são traçados, por isso partilho contigo a sugestão:
Qual é a imagem que gostavas de ter?
Qual é o peso que queres ter?
Quais são as calças ou vestido que tens guardado e sonhas voltar a usar?
Qual é a actividade que vais fazer: ginásio, corrida no exterior, ténis, etc?

Tenho vários amigos que correm em grupo e para além de fazerem exercício físico também acabam por conhecer pessoas com os mesmo interesses (Saúde, alimentação saudável). Faz uma pesquisa no facebook :)))

Abraço Flávia

A tua Coach

Email: coachflaviagouveia@gmail.com
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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Coaching no Desporto os Resultados que quero alcançar na Época 2016/2017






Quais são os Resultados que queres alcançar ao longo desta época?
Queres aumentar a tua performance nesta época 2016/2017?
Já tens o teu plano?

Segundo Gallewey a única forma de conseguir um bom desempenho passa pela integração dos dois “eu”s do lado lógico sobre o lado emocional, chamando o “Self1” para observar o processo interno (um desejo, uma imagem), enquanto o “Self2” faz o seu trabalho. 
Gallwey aponta três competências internas a serem desenvolvidas para se conseguir um bom desempenho no Tênis ou em qualquer outra modalidade/actividade: 
1) fazer internamente o desenho mais claro possível de onde queres chegar;

2) aprender como confiar no “Self 2” para que ele realize o seu melhor e aprenda com acertos e erros;

3) aprender a ver sem julgar; ver o que está acontecendo mais do que verificar se está acontecendo bem ou mal. As três decorrem da arte da concentração sem tensão;

Sugestão: Projecta o Resultado que gostavas alcançar (roupa que tens vestido, com quem vais estar, local - imagina ao detalhe essa situação e desenvolve competências para que consigas chegar ao mesmo).

A Tua Coach
Flávia Gouveia

Vamos definir o Teu plano para a época 2016/2017
Email: coachflaviagouveia@gmail.com
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

gosto de pessoas que dançam. daquelas que se abanam ao primeiro ritmo que lhes salta ao ouvido.





gosto de pessoas que dançam. daquelas que se abanam ao primeiro ritmo que lhes salta ao ouvido. que é diferente das pessoas que vão dançar. as pessoas que dançam fazem-no a toda a hora, no carro no meio do trânsito, no balcão da cozinha a fazer o jantar, apenas no corredor enquanto se vestem, na janela durante o cigarro. ou, ainda melhor, enquanto namoram a caminho do quarto. nada é mais bonito que alguém que tem a noção do ritmo, que lhe entra no corpo e que liberta apenas alguns bocados de músculo, um ombro que levanta, uma anca que desliza apenas uns centímetros, duas pernas a quebrarem lentamente, ou apenas a cabeça embalada pelo tronco.


as pessoas que dançam não sabem como o fazem. não tem coreografia ou técnica. sai-lhes, solto, em forma inconsciente de movimento. às vezes ficam sem jeito, no meio da rua, com o vizinho a olhar. mas que se lixe, sabe tão bem, dançar no carro, na rua, no meio das vinhas, em cima do muro. ou tirar os sapatos e dançar na terra, na praia, na relva fresca. é terapêutico pôr a música bem alta e deixar-se ir pela casa, corpo solto a sentir o flow: às vezes acelerado, outras mais calmo, umas vezes mais ritmado , outras mais languidamente lento - e junto. gosto especialmente de ver alguém a dançar sem saber que estou ali (ou mesmo sabendo, puramente a ignorar que estou), mas no maior gozo de quem se sabe bonita apenas por ser assim, solta. 


atraem-me em particular as pessoas que sorriem enquanto dançam. que puramente estão a divertir-se, naquele bocado de corpo que mexe. ou mais bonito, quando nos fitam e se riem primeiro no olhar, e só depois no rosto, enquanto se aproximam. há pessoas que dançam assim o dia todo, estejam longe ou perto, visíveis ou afastadas. basta uma mensagem, um beijo, uma telefonema e sente-se o braço a puxar, a embalar no ritmo. a melhor dança? é essa, a dois. noite dentro entre jantar, um copo demorado, muitos beijos longos e amores prometidos. ou depois, no fim, a dança dos meus dedos nas tuas costas, lentos, até adormeceres, também com um sorriso, solto.

Fonte: Momentos


Estou aqui, com uma pessoa apaixonante, mas só consigo pensar em quem estará com o ex neste exato momento





Outro dia, no meio de uma festa, a amiga me pegou pelo braço, fez cara de luto e disse que não parava de pensar no ex-namorado. Eu a olhei intrigado. Um minuto antes, talvez menos, ela ria alto, dançando com um sujeito que não parava de falar no ouvido dela. De onde tinha surgido essa preocupação fora de hora com o ex?
Na verdade, eu sei.
Em momentos gostosos da nossa vida, somos visitados pelo fantasma da vida do outro: o que estará fazendo ou sentindo a pessoa que costumava estar conosco? Com quem estará neste momento? Se eu estou rindo, beijando ou transando, é possível que ele ou ela esteja fazendo o mesmo. A suposição fantasiosa (ou realista) é suficiente para estragar uma noite perfeita.
Para a amiga que acabou de se separar, o sentimento é inevitável. O ex-parceiro está emocionalmente muito próximo. É como se ele estivesse ali, em carne e osso, dançando entre ela e o sujeito que tenta seduzi-la. Mergulhar no prazer do momento sugere, inevitavelmente, que o ex, tão presente na consciência, pode estar fazendo o mesmo. Demora algum tempo para que a conexão desapareça, e com ela a sensação de culpa e o ciúme.
Mas há gente que insiste – longamente – em manter esse vínculo. Assim, constroem relacionamentos ao mesmo tempo inexistentes e indestrutíveis. Vocês já devem ter visto isso: a relação acabou, mas uma das partes ainda age como se tudo continuasse igual. A mesma lealdade, o mesmo ciúme, a mesma atenção. Para as vítimas dessa ilusão, é como se mantivessem um relacionamento à distância. O outro não está fisicamente presente, não há qualquer contato com ele, mas, emocionalmente, ocupa um espaço essencial.
Se isso parece coisa de maluco, não é. Muitos adotam esse comportamento, num grau ou em outro. Faz parte das artimanhas humanas para evitar o sofrimento. É difícil aceitar que uma relação importante para nós acabou contra nossa vontade, e que estamos, Deus nos proteja, sozinhos. Então, inconscientemente, inventamos estratégias de sobrevivência.
Uma delas, óbvia, é separar um cantinho dentro de nós onde tudo continua quase como sempre foi. A pessoa não nos quer mais, mas nós continuamos apaixonados por ela. Podemos falar sobre ela com os amigos, espiar a página dela no Facebook, arrumar motivos para telefonar ou mandar mensagens. É uma maneira socialmente aceitável de fingir que algo morto continua vivo. As pessoas têm medo de malucos, mas tratam quem sofre de amor com a maior delicadeza.
Embora seja socialmente aceitável, essa fantasia tem custo elevado: ela nos torna reféns da vida maravilhosa dos outros.
Estou aqui, ficando com um cara apaixonante, mas, meu Deus, com quem meu ex estará neste exato momento? Estou aqui, com uma mulher incrível, mas, caramba, para quem a minha ex estará dando agora mesmo? Não existe masoquismo maior, nem mais comum.
Sair dessa armadilha exige – além de tempo – uma concepção generosa do amor, para si mesmo e para o outro.
Para ser livre, para voltar a usufruir o desejo e o afeto em nossa própria vida, é preciso aceitar que o outro fará o mesmo, e tem o direito de fazê-lo.
Aceitar a liberdade do outro é sempre o primeiro passo, sem o qual a gente não se livra do fantasma dele ou dela.
Sem aceitar que não somos dono do corpo e dos sentimentos do ex, a gente não volta a ser dono de si mesmo.
Sem permitir que ele ou ela se vá, profundamente, a gente mesmo não consegue avançar.
Sem aceitar o vazio que o fim de um relacionamento provoca, não estaremos prontos para um novo relacionamento.
De uma forma inevitável, somos, sim, reféns permanentes da vida do outro. Do ex, do atual, de todo mundo. Lá no fundo, onde moram nossos sentimentos mais importantes, onde são tomadas as grandes decisões inconscientes, a liberdade que damos aos outros é igualzinha à liberdade que damos a nós mesmos. Talvez seja hora de começar a conquistá-la.
Texto de: Ivan Martins
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2016/08/refem-da-vida-dos-outros.html