sábado, 3 de dezembro de 2016

Até onde vão as tuas exigências?






Há pessoas que passam a vida delas desiludidas com os outros. E fazem-no por falta de amor por si próprias. Quando entras em stress também pode ser porque tens medo de perder alguma coisa ou alguém que tinhas, "possuías".
Medo de perder a casa, o trabalho os filhos, o companheiro, o amor dos outros. Esse sentimento de perda também é alimentado pela falta de amor. Todos nos gostamos da segurança, do conforto, do status, mas "o medo" da perda para além de ser um sufoco tem grande impacto nos resultados do dia a dia. 
Recentemente conheci um jovem que profissionalmente iniciou a sua carreira numa multinacional numa posição de grande responsabilidade, durante o período da faculdade destacava-se por ser o melhor aluno do curso. Contudo, apesar destes resultados, vivia numa ansiedade "profunda" porque não queria de modo algum desiludir o pai, desde cedo sempre foi exigido ser "o melhor" em tudo. Esta exigência permitia que o "erro" ou o "fracasso" fosse um verdadeiro pesadelo na sua vida, basicamente nada "pode" correr mal, ele tem de ser "perfeito". 
Perfeito no seu emprego (entra às 8h30 no emprego e nunca tem hora de saída...)
Perfeito na família (é o típico "menino exemplar")
Perfeito com as namoradas... (habitualmente tem relações pouco douradoras...) 

E tu no teu dia a dia que "regras" tens? Quais são as tuas exigências? Achas que a procura dessa perfeição é saudável para ti?

Porque é da imperfeição que descobrimos o melhor da nossa "perfeição" :))))

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Exercicio sobre: Auto Estima

Exercício: Auto-estima
Perguntas a fazer:
Investe uns minutinhos  a reflectir sobre esta  series de perguntas que se seguem.
As tuas respostas podem constituir boas indicações sobre a tua auto-estima.








1. Quem sou eu?
2. Quais são as tuas  qualidades e os teus defeitos?
3. Quais foram os teus êxitos e os teus fracassos,
4. Quais são as tuas competências e as tuas limitações?
5. Qual é o teu valor aos teus olhos, aos olhos dos teus familiares e dos teus conhecidos?
6. Vejo-me a mim própria como alguém que merece a simpatia, o afecto, o amor dos outros ou, pelo contrário, duvido muitas vezes das minhas capacidades para ser apreciada e estimada?
7. Eu levo a vida tal como desejo?
8. Os meus actos estão de acordo com os meus desejos e as minhas opiniões ou, pelo contrário, sofro com o abismo que existe entre o que gostaria de ser e o que sou?
9. Estou em paz comigo mesma ou sinto-me muitas vezes insatisfeito?
10. Qual foi a ultima vez que te sentiste desiludido contigo mesmo, triste e descontente?
11. Quando foi que te sentiste orgulhoso, satisfeito e feliz contigo mesmo?

Analisa as tuas respostas e podes partilhar comigo através do seguinte email:
coachflaviagouveia@gmail.com
Telemóvel: 962595029






quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Como aproveitar a Mudança?!






Não há nada particularmente sinistro na mudança, como não há malícia numa tempestade ou fúria num dia de vento. A mudança não passa disso. Porque o avanço da mudança está a atingir a força de um furação, porque os progressos tecnológicos estão a aumentar, as organizações têm uma oportunidade esplêndida de aproveitar essas forças. A mudança é como o vento sobre o mar. Um bom marinheiro pode aproveitar uma ponta de vento para cobrir grandes distâncias em pouco tempo. Muitas vezes, outros ficam com os barcos parados após a tempestade ou embatem contra as rochas num canto perdido do oceano.

Que escolhas é que fazes nos dias de "vento"?




terça-feira, 29 de novembro de 2016

Nada realmente me preenche, já tiveste essa sensação?





É comum a procura da satisfação, mas ao mesmo tempo é comum descobrir que nada me trás satisfação de forma definitiva.
Nada realmente me preenche, já tiveste essa sensação?
O "meu emprego é uma seca" a minha relação com o meu marido desgasta-me/é mais do mesmo .. basicamente tudo é insuficiente mas existe uma busca constante sobre algo que me dê suficiência (consumo de drogas, álcool, comida em excesso, relações extra conjugais).
Mas mesmo com esta diversidade de relações e de sensações a "insuficiência" continua. Recentemente um homem partilhou comigo que se sentia muito sozinho, "no verão com as festas e os amigos, não sente muito isso, mas com a chegada do inverno os programas são cada vez mais reduzidos e mal abre a porta de casa após um dia de trabalho a "solidão chega".
Ao longo da sua partilha referiu que já teve muitas namoradas algumas até afectivamente cuidavam muito dele e emocionalmente estavam envolvidas mas depois de "uma noite bem passada" o vazio e a solidão continuava a bater a porta.
É fundamente discernir/perceber qual é o desafio/problema desta busca definitiva de satisfação, qual é a minha dor?
Eu sinto dor porque não tenho "aquela relação que sempre sonhei, e na realidade a mulher que projectei não existe é uma ilusão?
Eu sinto dor porque não tenho determinadas coisas que o outro tem (casa de luxo/carro) ou mesmo que eu tivesse continuava em dor?

Discernir o problema para encontrar a solução é fundamental, nem sempre nós sabemos exactamente qual é o problema, mas procuramos uma solução. Mas mesmo que existam muitas soluções não conseguimos "encontrar" porque não existe uma clareza sobre o problema.

Agenda a tua sessão online Gratuita e vamos "definir o problema para mais facilmente encontrares a solução.
Contactos:
Email: coachflaviagouveia@gmail.com
Telemovel: 962595029

sábado, 26 de novembro de 2016

Como alguém conhece o seu verdadeiro eu? - Alex Ferguson - Liderança







Como alguém conhece o seu verdadeiro eu? 

Quando eu era jovem, nunca pensei muito nisso, mas, como jogador e particularmente como técnico, fui ficando cada vez mais interessado no assunto. Liderar pessoas ajuda a ter uma ideia de quem elas são — as circunstâncias em que cresceram, as suas ações que levam a extrair o melhor delas e as observações que lhes causarão mais impacto. A única maneira de descobrir isso é por meio de duas actividades subestimadas: ouvir e observar. A maioria das pessoas não usa os olhos e ouvidos com eficiência. Elas não são muito observadoras e não conseguem se concentrar no que ouvem. Como resultado, metade das coisas que acontecem à sua volta passam despercebidas. Sei de alguns técnicos que não param de falar. Não acho que isso os ajude. Há uma razão para Deus nos ter dado dois ouvidos, dois olhos e uma boca: é para que possamos ouvir e observar duas vezes mais do que falar. E o melhor é que ouvir não custa nada. Dois dos melhores ouvintes que já conheci faziam entrevistas na televisão. Antes da sua morte, em 2013, David Frost havia passado quase cinquenta anos entrevistando pessoas, entre as quais, mais notoriamente, o ex-presidente americano Richard Nixon. Conheci Frost em 2005, quando investíamos em um fundo imobiliário com o mesmo gestor. Alguns anos mais tarde, após deixar a BBC, ele me entrevistou para a Sky Sports. Ao contrário da maioria dos entrevistadores de televisão, David não sentia a necessidade de provar que era mais inteligente do que o convidado. 
Muitas pessoas são incapazes de parar um tempo  e ouvir — em particular quando se tornam bem-sucedidas e todo o mundo ao redor é obsequioso e finge acatar cada uma das suas palavras. Elas adquirem o hábito de fazer monólogos, como se de repente soubessem tudo. Deixando esses megalomaníacos de lado, vale sempre a pena ouvir os outros.

Livro: Alex Ferguson - Liderança

domingo, 20 de novembro de 2016

+ Auto-Estima + Determinação + Confiança + Resultados






Auto-estima ...
é confiar na nossa capacidade de pensar, é confiar na nossa capacidade para enfrentar os desafios básicos da vida é confiar no nosso direito de ter sucesso e ser feliz.
Sentir digno, merecedor, o direito de expressar as nossas necessidades e desejos, alcançar os nossos valores e desfrutar dos resultados do nosso esforço.


Portanto, trabalhar a auto-estima é desenvolver a convicção ou crença que eu sou competente para viver e digno de ser feliz com habilidades para enfrentar a vida com mais confiança e optimismo, ajudando-nos a alcançar os nossos objectivos e resultados. É expandir a nossa capacidade de ser feliz.



Durante as minhas sessões de coaching surgem muitas afirmações dos meus clientes tais como: "eu gostaria de sentir mais em paz comigo... gostaria de expressar o que sinto... eu quero ser mais feliz.."

Podemos resumir que uma pessoa com auto-estima tem uma paz interior muito presente e expressa essa emoção, é capaz de estabelecer metas profissionais e pessoais alcançáveis, potencia relações harmoniosas e equilibradas desenvolvendo laços de amizade, expressa-se de forma criativa, aceita que todos os sentimentos e emoções são valioso, é tolerante e compreensivo, fala e se comporta com optimismo, etc ...
Pessoas com baixa auto-estima antecipam resultados negativos, propõem metas irrealistas, estabelecem relações de concorrência tendem a se comparar com os outros o tempo todo, acusam os outros do que acontece (o chefe, a mulher, os filhos, a sogra), eles não dizem o que sentem, fazem os outros sentirem-se culpados, falam e se comportam de forma pessimista.
Outro indicador de baixa auto-estima (embora pareça o contrário) é egocentrismo:

- Comunicam com arrogância e orgulho.
- Têm dificuldade em ouvir o outro,
- Negam as suas próprias necessidades,
- Não pedem ajuda, mas são os primeiros a oferecer;
- Têm direito a ter a verdade absoluta.

- Projectam a imagem de arrogância, de ser perfeito e todo-poderoso.

Depois de teres visto alguns indicadores que apontam para esta baixa auto-estima, o que podemos fazer? Como é que vamos trabalhar juntos?
Sabemos que agimos de acordo com nossas crenças, criando dentro de nos uma maneira de agir e pensar. Mas para que possamos alterar os resultados que temos vindo a ter face ao que acreditamos é essencial um processo de diagnóstico sobre todo o conjunto de crenças,que fazem parte de nos.


Agenda a tua sessão online hoje.
Através dos seguintes contactos:
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Auto-estima ...
é confiar na nossa capacidade de pensar, é confiar na nossa capacidade para enfrentar os desafios básicos da vida é confiar no nosso direito de ter sucesso e ser feliz.
Sentir digno, merecedor, o direito de expressar as nossas necessidades e desejos, alcançar os nossos valores e desfrutar dos resultados do nosso esforço.


Portanto, trabalhar a auto-estima é desenvolver a convicção ou crença que eu sou competente para viver e digno de ser feliz com habilidades para enfrentar a vida com mais confiança e optimismo, ajudando-nos a alcançar os nossos objectivos e resultados. É expandir a nossa capacidade de ser feliz.




Durante as minhas sessões de coaching surgem muitas afirmações dos meus clientes tais como: "eu gostaria de sentir mais em paz comigo... gostaria de expressar o que sinto... eu quero ser mais feliz.."
Podemos resumir que uma pessoa com auto-estima tem uma paz interior muito presente e expressa essa emoção, é capaz de estabelecer metas profissionais e pessoais alcançáveis, potencia relações harmoniosas e equilibradas desenvolvendo laços de amizade, expressa-se de forma criativa, aceita que todos os sentimentos e emoções são valioso, é tolerante e compreensivo, fala e se comporta com optimismo, etc ...
Pessoas com baixa auto-estima antecipam resultados negativos, propõem metas irrealistas, estabelecem relações de concorrência tendem a se comparar com os outros o tempo todo, acusam os outros do que acontece (o chefe, a mulher, os filhos, a sogra), eles não dizem o que sentem, fazem os outros sentirem-se culpados, falam e se comportam de forma pessimista.
Outro indicador de baixa auto-estima (embora pareça o contrário) é egocentrismo:

- Comunicam com arrogância e orgulho.
- Têm dificuldade em ouvir o outro,
- Negam as suas próprias necessidades,
- Não pedem ajuda, mas são os primeiros a oferecer;
- Têm direito a ter a verdade absoluta.

- Projectam a imagem de arrogância, de ser perfeito e todo-poderoso.
Depois de teres visto alguns indicadores que apontam para esta baixa auto-estima, o que podemos fazer? Como é que vamos trabalhar juntos?
Sabemos que agimos de acordo com nossas crenças, criando dentro de nos uma maneira de agir e pensar. Mas para que possamos alterar os resultados que temos vindo a ter face ao que acreditamos é essencial um processo de diagnóstico sobre todo o conjunto de crenças,que fazem parte de nos.


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